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Novo alongamento de cabelo preserva o fio natural





Antes: fios curtos e com pouco volume

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Depois: cabelos compridos e com mais volume

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Quanto tempo o cabelo demora para crescer? É bastante, não é? E quando a gente tem pouco cabelo e sonha em ter volume e densidade? Aí parece que não tem jeito. Mas tem sim. É para isso que existe o alongamento de cabelo. Já existem muitos métodos para realizar estes sonhos. Pode ser peruca, mecha costurada, aplique e alongamento.

Veja fotos do passo-a-passo
Fotos: Divulgação

Acontece que a maioria desses métodos peca na naturalidade ou pode danificar o fio – tudo porque usam uma pinça quente para derreter a queratina e colar as mechas do alongamento aos fios naturais. Esse calor faria com que os fios se partissem.

A novidade em alongamentos aqui no Brasil é o método que cola as mechas sem usar calor, o que preserva o fio, já fragilizado pelo peso da mecha. O So.Cap. é um sucesso fora do Brasil. Jennifer Lopez, Eva Longoria e Jessica Simpson já usaram.

A origem dos fios é 100% natural. “Depois de coletados, vão para a fábrica, que fica em Nápoles, na Itália, para passar por desinfecção, hidratação, queratinização e coloração”, diz Waléria Misiara, especialista na técnica. Assim como os outros métodos de alongamento, dura de quatro a seis meses, quando pede manutenção e deve ser removido e reaplicado. No dia-a-dia, os cuidados são iguais aos do cabelo natural, lavar e hidratar.

Mas se transformar em uma Rapunzel não é barato não. Dependendo do comprimento do fio e do tipo, varia de R$ 2 mil a R$ 8 mil.

Serviço:
Ash Hair & Esthetics -Rua Colômbia, 229 – Jd Paulistano - Tel. (11) 3085-0051
Mauro Freire -
http://www.maurofreire.com.br
Studio W -
http://www.studiow.com.br
Link: Cristiana Arcangeli

Teste do megahair

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Toda mulher adora o resultado do alongamento com queratina: cabelo mais volumoso ou mais comprido que renova o visual. Mas as longas horas no salão para a colagem das mechas, a dor dos primeiros dias e a manutenção cuidadosa são questões delicadas que o profissional precisa discutir antes com a cliente. A repórter Bete Morais testou a técnica com a hairstylist Lenir Crepaldi, do salão NaBahia, em São Paulo, e relata em detalhes a experiência.
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Se os irmãos Grimm conhecessem o alongamento, certamente Rapunzel não teria de esperar tanto tempo para que seu cabelo crescesse e teria seu final feliz bem antes do escrito. Um século depois, fios longos de um dia para o outro estão disponíveis em um bom salão para clientes dispostas a gastar algumas horas aguardando pacientemente a colocação das mechas. Ao cabeleireiro cabe orientar quanto à técnica adequada, ensinar a manutenção e até decidir a hora certa de fazer o atendimento. Se for uma noiva, por exemplo, o hairstylist deve sugerir que o alongamento seja feito pelo menos dez dias antes do casamento. Isso porque os nós da fusão do aplique com o cabelo natural incomodam um pouco na hora de dormir.

No meu caso, o incômodo durou três noites. Depois desse período, passou a sensação de estar dormindo com grampos. Também não tive dor de cabeça, mas isso não é uma regra. Se a intenção é mudar o visual para uma viagem de férias na praia, vale a pena dizer à cliente que ela pode ir sem receio de as mechas caírem. No entanto, respeitar o prazo e fazer o aplique uma semana antes ainda é fundamental para a fase de ajustes. Para dizer com tanta certeza, fiz dois testes: sete dias após colocar o aplique, entrei numa piscina de água aquecida em um hotel no interior de São Paulo. Nesse mesmo dia, experimentei uma sauna e nem um fiozinho sequer soltou. O outro teste foi no mar, em Ilhabela, no litoral paulista, três semanas depois. Usei produtos específicos para proteger os fios do sol e do sal. As mechas continuaram firmes.
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No entanto, um fato curioso chamou minha atenção: os fios do alongamento demoraram mais para secar livremente do que os meus. Já ao fazer uma escova no salão, o tempo de secagem foi igual, daí a importância de fazer uma análise bem detalhada do tipo de fio que será colocado. Assim, o aspecto final será o mais natural possível. Para ter uma idéia, meu cabelo estava curto, ralo, encaracolado nas pontas e rebelde no topo da cabeça.
Os fios do alongamento tinham características semelhantes quanto à ondulação, porém estavam mais tratados. Agora meu cabelo está com volume, chega até o meio das costas e seu movimento é leve, porém tem bom caimento. Então, se a cliente perguntar se pesa, diga a ela que não. O que acontece é que, por causa do volume e do tamanho, os fios ficam mais disciplinados.
Chapinha e secador estão liberados, desde que não sejam aplicados diretamente na fusão para não amolecer a cola e, conseqüentemente, soltar o nó. Eu não segui a recomendação justamente para ver o que acontecia. Direcionei o ar quente para os nozinhos, e, em seguida, passei a prancha. O alongamento não se soltou. Porém, mais uma vez vale a pena ressaltar que o resultado depende da mão-de-obra do cabeleireiro e dos cuidados que a cliente tem ao longo dos meses seguintes.

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Cuidados no dia-a-dia
Uma boa higiene é importante para que não acumulem resíduos nos nozinhos nem crie sebo no couro cabeludo. A dica que recebi foi usar bons produtos para meu tipo de fio e usar água mais fria que quente. Lavei três dias após a colocação e deixei secar sem o auxílio do secador. O cabelo ficou encaracolado e mais assentado, considerando que ele armava. Lavei novamente e fiz um brushing sozinha. Demorou mais de uma hora para finalizar e foi complicado levar a escova até as pontas. Ficou ajeitado, mas se tivesse um compromisso, teria perdido a hora. Então, dê essa informação à cliente para que ela possa se programar.

Outra curiosidade foi com relação ao modo como a cabeça fica suja. Por ser um cabelo morto, as mechas não ficam com a oleosidade natural. Sendo assim, há um contraste: a raiz começa a engordurar, enquanto as pontas mantêm um aspecto mais limpo. Para esse impasse utilizei o recurso do xampu de lavagem a seco.
Testei dois produtos. O Shampoo Seco com Extrato de Ortie, Klorane, e o Shampoo Sem Água Sprayset, Aspa. Eles disfarçaram a sensação de cabelo oleoso, no entanto, nos pontos com os nós, ambos deixaram um resíduo branco. Por ser difícil pentear o couro cabeludo com pente fino por causa das emendas, a solução foi lavar no chuveiro. Usados somente nas pontas, os dois produtos foram bem eficientes.

Quedas e acessórios


Durante os dois meses e meio de teste, apenas 15 mechas, das 250 colocadas, se soltaram. A primeira caiu 27 dias após a aplicação e foi durante uma escova. Cinco dias depois, duas vieram à mão, enquanto eu fazia um rabo-de-cavalo. Nenhuma foi liberada na lavagem de cabelo, nem enquanto dormia. O mais comum era mesmo durante uma escovação ou penteado. Mais uma vez, digo que isso não é uma regra, mas é importante relatar à cliente.


Sobre a soltura da mecha, a profissional me disse que é um processo normal. Aqui cabe um comentário engraçado. Fui orientada que, caso a mecha se soltasse, para eu não ficar preocupada porque não era o meu cabelo, e sim o artificial. Ainda bem que Lenir bateu bastante nessa tecla. Só que chegou uma hora que eu realmente acreditei que todo o cabelo era meu. Bastou a primeira mecha se soltar para eu entrar em pânico.
Passado o susto, entendi o porquê dela ter sido tão enfática sobre esse assunto. Fez toda a diferença. Se a cliente perguntar sobre o uso de acessórios, recomende que ela coloque o que tiver vontade.

Experimentei vários: piranhas de metal e de plástico, elásticos, fivelas, pauzinho japonês, tic-tac. Também fiz tranças, coque e muito rabo-de-cavalo. Como a profissional teve o cuidado de deixar uma mecha do meu cabelo como base de fundo para a cabeça, não ficou aparecendo nenhum nó.
Passei gel, spray fixador, musse, reparador de pontas. Só não colori, mas foi por falta de tempo. Perguntei sobre coloração para a cabeleireira que fez o alongamento e ela disse que não há problema nenhum em usá-la. Para pentear no dia a dia, começo pelas pontas. Em seguida, penteio o meio, onde os cabelos se misturam, e finalizo com um pente de dentes largos no couro cabeludo.

Sobre o tempo de duração do alongamento, a informação que recebi foi de quatro a cinco meses, dependendo do modo como eu iria cuidar desses fios. Passado a fase dos testes, estou dando mais atenção ao cabelo para que ele dure o tempo máximo. Em relação à manutenção (colocar as mechas que caíram) e remoção, peça para a cliente fazer sempre no mesmo salão, se possível com o mesmo profissional.
Link: Cabelos

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Tire suas dúvidas

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Quais os produtos ideais para manutenção após uma progressiva? VERUSCHKA BARROS, por e-mail
Usar produtos sem sal e corantes, de preferência com óleo de oliva, é fundamental para recuperar e manter os fios após a química. “O xampu tem de limpar suavemente, ajudar na redução do volume e proteger a película impermeabilizante formada na fibra durante a escova. Já o condicionador deve conter as mesmas propriedades de uma fórmula reconstrutora, como queratina e ativos de reconstrução. Uma máscara à base de colágeno e elastina também trata profundamente o cabelo, recuperando o brilho e a sedosidade. Para finalizar, aplicar leave-in com bloqueador solar, de preferência termoativado, que evita a ruptura do fio por ressecamento”, explica Eder Gomes, Técnico Nacional de Glynett, marca que desenvolveu a linha Brosse Glynett, específica para quem faz progressiva.
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Após usar megahair durante um ano, o cabelo ficou todo quebrado. Como reparar os danos? ELIANE, por e-mail
Em primeiro lugar, cortar as partes danificadas. Depois, fazer uma exfoliação no couro cabeludo com produtos à base de extratos botânicos para a retirada de células mortas e fungos, ativando a circulação. “Em seguida, hidratar o cabelo e fazer sessões de reconstrução capilar, para reforçar os fios. Manter o tratamento em casa com fórmulas hidratantes”, recomenda Lysia Carmo, coordenadora técnica da NPPE Brasil. Ao optar por alongamento, Lysia sugere usar cola de queratina. “Não danifica os fios e facilita a retirada para retoque.”
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O cabelo que passou por vários alisamentos com formol pode voltar a ter seus cachos naturais? LUIZA HELENA, por e-mail
Conforme o tipo de fio, em geral após alguns meses sem refazer a escova, os cachos começam a aparecer, mas dificilmente ficam como antes. “As pontas podem não cachear de tão quebradiças. Nesse caso, deve-se cortá-las para que o cabelo ganhe um aspecto mais saudável”, diz Daniela Maia, química da Brasil Ervas. Uma opção para acelerar a volta das ondas é aumentar a freqüência do uso de xampus anti-resíduos, e de hidratações com produtos ricos em proteínas e silicones.

O que fazer com um cabelo muito seco, que tem reflexos louros e passa diariamente pelo secador e pela chapinha? Como recuperá-lo a fim de que fique macio e possa secar ao natural, sem escova? KARINA SOUZA, por e-mail
Todo cabelo com reflexo, ressecado e modelado freqüentemente com aparelhos térmicos, pode ser recuperado por meio de selagem térmica à base de colágeno hidrolisado. “Esse tratamento feito no salão repõe as proteínas e hidrata os fios, dando maciez e brilho, o que os deixa mais resistentes”, ensina Lysia Carmo, coordenadora técnica da NPPE Brasil. No dia a dia, ela aconselha usar produtos à base de óleo de oliva. Além de hidratar, também nutrem, são antioxidantes naturais, combatem os radicais livres, protegem dos raios UV e ajudam a encorpar fios muito finos.
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Trabalhos de mechas ajudam a disfarçar possíveis erros na coloração? IVONNE, por e-mail
Muitos profissionais de salão até preferem esse recurso em vez da decapagem, que é mais agressiva para as madeixas.“Em cabelo manchado, com uma seção escura e outra mais clara, sendo que a cliente prefere a parte clara, o colorista puxa mechas na região escura para clareá-la. Assim, ele uniformiza toda a extensão do fio”, explica Sheila Duarte, gerente de formação de L’Oréal Professionnel. “Em seguida, passa uma coloração permanente ou um tonalizante na nuance desejada e o cabelo fica com a cor toda por igual”, conclui.
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Qual o tipo de mecha mais indicado para cabelo liso e fino, no tom natural castanho médio? ANA CAROLINA BORA, por e-mail
A aposta é o efeito natural, especialmente quando se trata de mechas. Em vez das largas e marcadas, conhecidas como strong, vale investir na suavidade. “O colorista pode simular o visual de um cabelo claro, puxando poucos reflexos nas raízes, deixando-as mais escuras. Já o comprimento e as pontas ganham maior quantidade, para que fiquem abertos como em um degradê, clareando da raiz rumo às extremidades”, revela Luiggi Bonato, da Maison Esmell, no Rio de Janeiro. “Se o objetivo for clarear até três ou quatro tons, indico coloração. Mas para transformar o castanho em louro, uso descolorante. Em ambos os casos, o cabeleireiro pode trabalhar com pincel e plaquete”, finaliza.

Tenho uma cliente que usa coloração palha. Ela foi à piscina e voltou com o cabelo verde. Tem como resolver esse problema? Marilis, por e-mail
Isso acontece porque o sulfato de cobre que trata a água da piscina imprime tom esverdeado em fios claros. Para resolver a situação, pode se fazer decapagem, como orienta a técnica em produto da Schwarzkopf Professional, Cristina Zuccarelli. “Basta misturar 20 gramas de pó descolorante com 80 ml de oxidante de 10 volumes, aplicar mecha a mecha no cabelo úmido e deixar agir por 1 minuto em cada uma delas”, diz. Outra solução é neutralizar o verde fazendo nova coloração com tonalidade da gama dos acobreados.
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Como proceder ao se constatar queda acentuada dos fios? Cláudia, por e-mail
A queda pode ser causada por fator genético, medicamentos, doenças da tireóide e anemia. Na maioria das vezes não adianta simplesmente tratar com xampus e loções. “Como pode ser um sintoma inicial de doenças mais sérias, requer investigação criteriosa antes de se adotar qualquer medida. Um especialista em tricologia ou o dermatologista pode dar o diagnóstico preciso”, orienta Maurício Santana, dermatologista do Hospital Memorial Fuad Chidid, no Rio de Janeiro.
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Qual cor de fundo é ideal para o cabelo de uma cliente morena clara que deseja colorir as pontas de louro? Jéssica, por e-mail
Se o profissional optar pelo louro acobreado como cor de fundo, o ideal é repetir o mesmo na raiz, só que mantendo a base mais escura, diz a técnica de desenvolvimento de L´Oréal Professionnel, Cléo Carneiro. “Cores frias não ficam interessantes, o melhor para esse tom de pele é apostar nas quentes. Uma base como marrom 5,4 cai muito bem com pontas 7,3 ou 7,4.” Se a base desejada for vermelha, as pontas não poderão ser louras, mas sim em degradê dessa cor, onde se encaixam os acobreados.

O que fazer para aumentar o volume dos oleosos? ANNA PAULA, por e-mail
O primeiro passo é controlar o problema com xampu específico, além do serviço de limpeza do couro cabeludo oferecido em salões de beleza. Outra pedida é fazer processos como luzes ou coloração, que amenizam a oleosidade e dão sensação de volume, orienta a cabeleireira Julia Nakao, do salão Mizuki, em São Paulo. Finalizadores também ajudam a encorpar. Boas sugestões: Mousse Avolumante Brilliant Brunette, John Frieda, e Gel de Volume Add Some Body, High Hair, Wella.
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Uma cliente fez progressiva com formol duas vezes e reclama que seu cabelo não cresce como antes. Está mais áspero e frisado. Dá para reverter a situação? SAMANTHA RIBEIRO MONTEIRO, por e-mail
Para neutralizar o efeito do formol é preciso esperar um tempo até que os estragos diminuam. Há duas maneiras de acelerar esse processo, diz o hairstylist Alex, do Club Capelli, no Rio de Janeiro. Uma delas é por meio da argiloterapia, tratamento de hidratação profunda, ideal para cabelo fortemente agredido. A argila desintoxica o couro cabeludo e retira dos fios resíduos de formol. “Outro jeito de minimizar o problema é recorrer à eletroterapia, técnica que exfolia e nutre o couro cabeludo”, explica Alex.

Os xampus que lavam colorindo são indicados para quem tem 50% de cabelo branco? BETE, por e-mail
Chamados de tonalizantes, esses xampus são indicados justamente para quem tem até 50% de brancos. “Eles colorem os fios superficialmente e saem por igual, da raiz às pontas, após algumas lavagens, mas não promovem grande mudança de cor”, afirma Rogério Belo, técnico da Lusty. As principais marcas oferecem nuances variadas, tanto na linha profissional quanto para o consumidor final. Porém, para uma cor mais duradoura, as colorações do tipo permanente são as mais indicadas.

Gostaria de saber se o alisamento com henê é mais agressivo que o com guanidina ou amônia? GEANE, por e-mail
Apesar de alisar e colorir ao mesmo tempo, o henê oferece mais riscos ao cabelo por ser totalmente incompatível com qualquer tipo de química. Se for aplicado com outros ativos, provoca queda. Por isso, torna-se um problema principalmente nas mãos de pessoas inexperientes. “Seu uso é controverso, ainda, porque a fórmula contém um alto teor de sais metálicos e, com o tempo, o cabelo pode ficar quebradiço”, explica Eliabe Moreira, coordenador artístico da Yellow. “Por causa desses riscos, não há como estabelecer vantagens na utilização dessa fórmula em relação à guanidina ou à amônia”, diz Maria Ângela Veríssimo, coordenadora técnica do Departamento Educacional Avlon do Brasil.
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Quais as melhores escovas para finalizar fios crespos? E quais os secadores mais indicados para uma profissional que faz muitas escovas diariamente? ADRIANA SANTOS, por e-mail
As melhores escovas para alisar o cabelo crespo durante o brushing são as grandes e redondas. Elas devem ter cerdas mistas (que misturam pêlos e náilon), de altura igual e, de preferência, sem muito espaço entre as fileiras. “Uma escova de diâmetro menor, mas com as mesmas características, pode ser usada para modelar pequenas mechas ou formar cachos”, observa Gennaro Preite, consultor técnico da Condor. “Na hora de escolher o secador, o profissional deve avaliar características como potência, tamanho e leveza. Os mais indicados são os que têm a partir de dois mil volts, com dispositivo de íons negativos”, diz SilvanaFernandes, técnica cabeleireira da Taiff.

Link: Cabelos

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